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  • SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

    SÃO JOSÉ DAS PALMEIRAS

    Sua região foi durante longo tempo percorrida pelos antigos ervateiros e com a formação da colonizadora Maripá na área da Fazenda Britânia, em 1946, a área de São José das Palmeiras passou a fazer parte do projeto.

    Município com a pecuária de corte, que ajuda a mover economia local. O confinamento acelera o processo de engorda de animais para o abate.

    Uma parcela considerável dos recursos que movimentam a economia de São José das Palmeiras vem da agropecuária. Pelo menos a metade dos 15 mil bovinos mantidos no município é destinada ao confinamento, técnica que acelera a engorda para o abate de animais. O plantel submetido a esse processo, contribui também para a geração de empregos.

    Diante das características de solo e do estrato rural de São José das Palmeiras, a administração pública municipal dá estímulo às atividades de diversificação agrícola. Uma das que ganham corpo no município é a mandiocultura.

    A exemplo do que ocorre com muitos dos municípios do Oeste do Paraná, São José das Palmeiras também tem sua história vinculada a uma das principais incorporadoras que chegaram à região por volta de 70 anos atrás.

    O território que hoje compõe o município era ligado à vastidão de terras da Colonizadora Maripá, a partir de uma área conhecida por Fazenda Britânia. A área passou a fazer parte do projeto que viraria São José a partir de 1946.

    Pela lei 7.159, de 17 de junho de 1979, o núcleo foi elevado à categoria de Distrito Administrativo, e em 17 de agosto de 1980, através da lei estadual nº 875, foi criado o município de São José das Palmeiras, com território desmembrado de Santa Helena.

    A instalação ocorreu em 1° de janeiro de 1986.

    Fonte: Prefeitura Municipal de São José das Palmeiras.

  • AMAPORÃ

    AMAPORÃ

    O início do povoado do Município de Amaporã ocorreu em 1955 em função da cafeicultura. Posteriormente outros cultivos foram introduzidas no Município, como algodão, batata doce, mandioca e soja. Possui atividade, também, na pecuária e na indústria de farinha de mandioca, fecularia e laticínio.

    Criado através da Lei Estadual nº 4.245 de 25 de julho de 1961, e instalado em 12 de novembro do mesmo ano, foi desmembrado de Paranavaí.

  • ALVORADA DO SUL

    ALVORADA DO SUL

    A febre de criação de novas cidades, que se espalhou pelo Estado do Paraná, na década de 1940, também atingiu a empresa Lima, Nogueira & Exportadora, estabelecida na cidade paulista de Santos.

    Esse grupo adquiriu vasta área de terras, na localidade onde hoje se ergue a cidade de Alvorada do Sul, promovendo seu loteamento em áreas rurais e urbanas, vendidas a longo prazo. Como um bom plano urbanístico impulsionaram o progresso local, caracterizado por um povoamento quase que exclusivamente paulista, trazidos pela empresa colonizadora que promoveu um bom marketing para atingir seus objetivos. A extensa porção territorial que circundava o povoado, foi sistematicamente ocupada por famílias de agricultores, que não tardaram em transformar a fértil mata em imponentes cafezais e produtivas lavouras de subsistência.




    Os primeiros povoadores do lugar eram homens de grande iniciativa e determinação, sendo que em 1950, pouco antes de sua emancipação, 11.667 habitantes, e pelo menos 92% dessa população estava concentrada na zona rural.

    Fatos como este e o progresso alcançado, permitiram que o núcleo fosse elevado à categoria de município emancipado, no dia 14 de novembro de 1951, pela Lei Estadual nº 790, sancionada pelo governador Bento Munhoz da Rocha Netto, com território desmembrado do município de Porecatu.

    A instalação oficial ocorreu no dia 14 de dezembro de 1952, com as posse das autoridades municipais eleitas. Em 1955 ocupou o cargo de prefeito o sr. Juliano Fabrício dos Santos, sendo que eram vereadores os senhores: José Pereira Lima, Antonia Fonta Cezar, Thyrso Silva Gomes, Natal Búfallo de Moraes, Arduvino Pedrão, Gil Pellegrini, Antonio Agnelo de Carvalho, João Piovesan e José Savia.

    ATRAÇÕES TURÍSTICAS:

    Igreja:
    Construída em meados de 1950 em blocos de cimento que imitam pedra, feitos artesanalmente por José Zanfrilli. Seu estilo é românico, possui aproximadamente 30 m de altura e conta com duas torres monumentais onde estão instalados os sinos e dois relógios. As janelas num total de 40 são decoradas em lindos vitrais com imagens sacras.

    Fonte:
    Construída em concreto, possui 20 m de diâmetro. Suas águas chegam a atingir aproximadamente 10 m de altura. Trata-se de uma réplica da Fonte de Brasília com luzes coloridas.

     

    Fonte: Prefeitura Municipal de Alvorada do Sul.

     

  • MARINGÁ

    MARINGÁ

    O povoamento da área compreendida pelo atual Município de Maringá, iniciou-se por volta de 1938 mas foi apenas a partir dos primeiros anos da década de 40, que começaram a ser erguidas as primeiras edificações propriamente urbanas, na localidade conhecida mais tarde por Maringá Velho. Eram umas poucas e bastante rústicas construções de madeira de cunho provisório. Destinavam-se fundamentalmente, organizar na região um polo mínimo para o assentamento dos numerosos migrantes que afluíam para essa nova terra.

    Nossos pioneiros, chegavam em caravanas procedentes de vários estados do Brasil, organizadas pela CMNP- Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, em sua maioria colonos paulistas, mineiros e nordestinos. Os anos de 1947 e 1949 foram os que mais chegaram famílias. No pequeno núcleo urbano que surgia, concentravam-se as atividades de compra e venda de terras, as negociações entre proprietários, hospedagem de colonos recém chegados e algumas práticas ínfimas de comércio varejista.

    O local funcionava também, como pousada para aqueles que se embrenhavam mato a dentro, no rumo desconhecido das barrancas do Rio Ivaí. A CMNP – Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, responsabilizou-se pela venda das terras e lotes, além da construção de estradas e implantação de núcleos urbanos. O traçado urbanístico da pequena aldeia, refletia os elementos de provisoriedade do assentamento. Eram logradouros irregulares, sem infra-estrutura e escoamento, iluminação ou água corrente. Deve-se observar, que desde muito cedo aquele centro pioneiro multiplicou suas funções conforme avançava a ocupação da região.

    Maringá é um dos poucos municípios a comemorar sua data máxima quando da fundação e não de sua emancipação. É uma cidade cujo crescimento, obedece a um plano de desenvolvimento urbano. A CMNP- Companhia Melhoramentos Norte do Paraná contratou o arquiteto e urbanista Jorge Macedo Vieira,(1894 – 1978) paulista, que já constava em seu currículo, projetos como o do Jardim Paulista, da cidade de São Paulo e de Águas de São Pedro, no interior do Estado de São Paulo. Este arquiteto, jamais esteve em Maringá, mas criou, no entanto, um projeto considerado na época, l945, um dos mais arrojados e modernos. Sem conhecer a localidade a qual planejava, seguiu apenas as orientações da Companhia que exigia largas avenidas, muitas praças e espaços para árvores. A preocupação era elaborar um plano, cujas praças, ruas e avenidas, fossem demarcadas considerando-se, ao máximo, as características topográficas da área, a proteção e preservação do verde nativo, tudo conjugado com a organização do uso do solo.

    Tais preocupações ficam evidentes, quando se observam os traçados de suas amplas ruas em curva de nível e avenidas, estas com canteiros centrais.

    Surgida no período de ouro do ciclo da café, Maringá hoje, apresenta diversificada produção agrícola, composta de soja, algodão, milho, cana-de-açúcar, trigo sendo também grande produtora do bicho-da-seda. Os setores industriais de mais destaque são: alimentação, confecção, agroindústria, metal-mecânico e outros. Seu progresso acontece harmoniosamente sem perder as características de cidade planejada, onde a consciência pela preservação da natureza se impõe, como se pode notar, pela sua farta arborização, que proporciona um festival de cores todos os meses do ano.

    Maringá situa-se geograficamente no Norte do Paraná, localizada em um divisor de águas, sendo cortada em sua parte sul, pela linha imaginária do Trópico de Capricórnio. Com um clima, subtropical, uma vez que fica a 554,9m acima do nível do mar proporcionando assim, chuvas bem distribuídas. Cidade constituída de diversas etnias, forma um meio cultural múltiplo, em função da corrente migratória que para aqui veio, como a colônia japonesa, portuguesa, árabe, alemã e italiana, que muito enriqueceram a cultura do Município com a preservação de suas tradições e folclore. A diversificação de sua economia, aliada ao espírito empreendedor, dinâmico e laborioso de seus habitantes, assegura boa qualidade de vida a todos os que aqui habitam.

    Confira alguns dos atrativos turísticos de Maringá e região:

    Parque do Ingá
    Uma reserva florestal com lago, jardim japonês, gruta e pista de caminhada, um dos pulmões verdes da cidade.

    Parque do Japão
    O maior parque japonês fora do Japão, com arquitetura e paisagismo típicos, um símbolo da forte imigração japonesa.

    Parque Alfredo Nyffler (Buracão)
    Revitalização de uma área degradada com um grande lago, pista de caminhada e pesca.

    Bosque das Grevíleas
    Outra opção arborizada para lazer e contato com a natureza.

    Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória
    Conhecida por sua arquitetura moderna, inspirada em um cone, é o principal cartão-postal da cidade.

    Templo Budista Jodoxu Nipakudi
    Preserva a cultura nipônica e oferece visitas guiadas.

    Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI)
    Localizado no campus da UEM, oferece exposições interativas e gratuitas.

    Mercadão de Maringá
    Espaço para compras de produtos locais, temperos e artesanato, com ótima praça de alimentação.

    Teatro Calil Haddad e Teatro Barracão
    Importantes espaços para eventos culturais, peças de teatro e shows.

    Praça de Convivência (Calçadão)
    Ponto de encontro em frente à Catedral, ideal para passeios e eventos.

    Maringá Encantada
    Na Época Natalina, a cidade se transforma com decorações temáticas, pista de gelo e shows, atraindo muitos visitantes.

    OD Park
    Localizado a 20 km de Maringá em Iguaraçu é ideal para quem busca aventura e atividades radicais em um ambiente natural.

    Fonte: Prefeitura Municipal de Maringá

  • FLORESTÓPOLIS

    FLORESTÓPOLIS

    A história de Florestópolis está ligada à história de Porecatu, município que pertenceu até 1951. Com as penetrações no sertão começaram em 1940 as primeiras derrubadas de matas e a formação de lavouras de café e cana-de-açúcar, dando início ao povoamento da região, onde vários patrimônios surgiram em diversos pontos do Município de Porecatu. Entre esses estava o Patrimônio São João, uma imensa gleba de terra, de propriedade do Senhor João Dias dos Reis que o dividiu em lotes rurais e urbanos para vendê-los, de modo facilitado a migrantes oriundos de São Paulo e Minas Gerais, com a intenção de formar uma nova cidade.




    Esse patrimônio era ponto de pousada dos tropeiros que deixavam seu gado a pastar nas proximidades das pensões onde se instalavam e onde, na maioria das vezes estabeleciam suas residências geralmente construídas de pau-a-pique e palmito.

    Em 1.943, um dos pioneiros, Luís Jóia, além do Sítio Santa Lúcia instalou também uma pensão onde hoje passa a Avenida 14 de Novembro. O Senhor Jonas Ruela, outro pioneiro, dedicou-se também à hospedagem de tropeiros abrindo sua própria residência outra pensão que abrigava viajantes à procura de melhores meios de vida.

    As pessoas consideradas pioneiras da comunidade, reconhecidas até hoje como primeiros a chegar no Patrimônio e ter contribuído para formação da cidade entre outros estão: João Dias dos Reis, Sebastião Rocha, Jonas Ruela, Divina de Oliveira Freitas, Miguel Teles de Lima, Pascoal Cícero e João Lunardelli. Há outros pioneiros que não temos registro.

    O nome Florestópolis, Cidade da Floresta, na época de sua fundação adaptava-se perfeitamente à qualidade.

  • Rota Turística do Morango integra agricultura e turismo

    Rota Turística do Morango integra agricultura e turismo

    Foto: SEAB

    Em outubro de 2025, durante o XI Simpósio Nacional do Morango, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) anunciou a abertura da Rota Turística do Morango Paranaense. A iniciativa é uma parceria com os produtores de morango da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), envolvendo inicialmente os municípios de São José dos Pinhais, Araucária, Colombo, Tijucas do Sul e Agudos do Sul, com previsão de expansão para outras regiões.

    A ideia é aliar o turismo rural ao agronegócio, oferecendo atrativos para os visitantes como a oportunidade de conhecer de perto os locais de cultivo e poder fazer a colheita do morango fresco direto do pé para o consumo. Ao todo, 12 propriedades rurais fazem parte do projeto e os primeiros resultados já estão aparecendo.

    PRODUÇÃO – O Paraná produziu, em 2024, cerca de 34,2 mil toneladas de morango, ocupando a segunda posição nacional, atrás apenas de Minas Gerais. Só na região de Curitiba foram produzidas 11,9 mil toneladas no mesmo ano. O preço médio do quilo girou em torno de R$ 20,60. Ainda em 2024, o maior produtor do Estado foi o município de Jaboti (4,6 mil toneladas), seguido de Piraí do Sul (3,6 mil toneladas). São José dos Pinhais ocupa a terceira colocação (3,3 mil toneladas). Os dados são do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab).

    O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes, ressalta que a criação da Rota Turística do Morango demonstra uma ação importante do Governo do Estado para a melhoria da infraestrutura rural. “Essa rota vai ajudar a trazer renda para o produtor rural. É colocar dinheiro no bolso do pequeno produtor. Essa é uma das principais missões do Governo do Estado. Sem dúvida nenhuma, o Paraná vive o melhor momento da sua história”, disse Nunes.

    A proposta é valorizar a agricultura familiar e promover o desenvolvimento sustentável, utilizando o turismo como atividade complementar de renda. As propriedades participantes recebem assistência técnica do IDR-Paraná, tanto na produção quanto na estruturação turística. Todas são validadas pela instituição, garantindo autenticidade e segurança aos visitantes. A experiência turística inclui contato direto com o cultivo e a colheita, degustação de produtos artesanais, aprendizado sobre o modo de vida dos produtores e apreciação das paisagens rurais.

    “A Região Metropolitana de Curitiba é muito rica em rotas estruturadas de turismo, como a do vinho e cervejarias, por exemplo. Temos roteiros, especialmente rurais, que garantem experiências únicas aos turistas e essa nova rota do morango é uma delas, pois envolve o visitante pela gastronomia e natureza com infraestrutura e qualidade”, destaca o diretor-presidente do Viaje Paraná, órgão de promoção do turismo estadual vinculado à Secretaria do Turismo do Paraná.

    Em Araucária, a Chácara Baedeski é uma das propriedades que fazem parte da Rota Turística do Morango Paranaense. O plantio do morango no local é feito há 25 anos. Mas a aposta no turismo rural é mais recente. “Faz cinco anos que a gente tem o colhe e pague aqui na chácara, que é a principal atração. Além disso, a gente tem também uma variedade de produtos coloniais, alguns feitos aqui na chácara com o morango. E também temos o café colonial e uma área de lazer. A família vem, faz a colheita e passa a tarde aqui conosco”, conta a Daiane Priscila Baedeski, produtora rural.

    De acordo com ela, a criação da Rota dos Morangos trouxe uma visibilidade muito maior para o trabalho desenvolvido na região. “Percebemos mais alcance nas redes sociais, uma divulgação mais espontânea. A gente conseguiu alcançar mais clientes. Estamos com uma expectativa muito grande da rota ser um sucesso, tanto para a gente quanto para os outros produtores que também estão fazendo parte”, explica ela, destacando o apoio do IDR-Paraná. “O apoio técnico do instituto aqui na nossa chácara está sendo fundamental. Sempre que a gente precisa, eles estão nos orientando, ofertando sempre cursos para o nosso conhecimento, dando um suporte na nossa produção. Para a gente, o acompanhamento deles faz toda a diferença”, acrescenta.

    O IDR-Paraná atua em parceria com os produtores, oferecendo orientação técnica e acompanhamento contínuo sobre sistemas de plantio, manejo de pragas, seleção de frutos e ponto ideal de colheita. “Esses empreendimentos devem aumentar o seu ticket médio. Depois da divulgação da Rota Turística do Morango Paranaense, o pessoal tem procurado os estabelecimentos com maior frequência, maior interesse. A ideia é que esses estabelecimentos recebam mais turistas rurais do que vinham recebendo”, afirma Raphael Branco de Araújo, engenheiro agrônomo do IDR-Paraná.

    Fonte: IDR Paraná

  • LONDRINA

    LONDRINA

    O Norte do Paraná, uma região de terra roxa, muito fértil, era, até poucas décadas, uma extensa floresta. A colonização espontânea foi marcada pelo arrojo de homens saídos de Minas Gerais ou de São Paulo, que foram chegando à área de Cambará, entre 1904 e 1908. Rapidamente, a faixa entre Cambará e o Rio Tibagi – uma linha que representaria o futuro percurso da ferrovia São Paulo-Paraná – foi tomada por grandes propriedades cujos donos, via de regra, as subdividiam em pequenas parcelas vendidas como lotes urbanos ou rurais.

    Enquanto isso, vastas áreas de terra roxa de domínio estadual, localizadas a Oeste do Rio Tibagi, permaneciam praticamente inexploradas, sofrendo os efeitos de um lento e ineficaz plano de colonização do governo. Em 1920, percebia-se uma séria frustração nas expectativas de ocupação da área, em virtude da morosidade do Estado.




    Havia falta de continuidade, recursos financeiros limitados e uma visível inépcia oficial. O quadro, além disso, já tinha sido agravado com a deflagração da Primeira Guerra Mundial, que não apenas interrompeu o fluxo de imigrantes como também provocou desconfiança naqueles que já se encontravam na região.

    A partir de 1922, o governo estadual começa a conceder terras a empresas privadas de colonização, preferindo usar seus recursos na construção de escolas e estradas. Em 1924, inicia-se a história da Companhia de Terras Norte do Paraná, subsidiária da firma inglesa Paraná Plantations Ltd., que deu grande impulso ao processo desenvolvimentista  na  região norte.

    Naquele ano, atendendo a um convite do governo brasileiro – que sabia do interesse dos ingleses em abrir áreas para o cultivo de algodão no exterior – chega a Missão Montagu, chefiada por Lord Lovat, técnico em agricultura e reflorestamento. Lord Lovat ficou impressionado com a exuberância do solo norte-paranaense e acabou adquirindo duas glebas para instalar fazendas e máquinas de beneficiamento de algodão, com o apoio da “Brazil Plantations Syndicate”, de Londres.

    O empreendimento fracassou, devido aos preços baixos e à falta de sementes sadias no mercado, obrigando a uma mudança nos planos. Foi criada, assim, em Londres, a Paraná Plantations e sua subsidiária brasileira, a Companhia de Terras Norte do Paraná, que transformaria as propriedades do empreendimento frustrado em projetos imobiliários.

    Já de início, a Companhia concedeu todos os títulos de propriedade da terra, medida inusitada para as condições da região e mesmo do Brasil. Por isso, os conflitos entre colonos antigos e os recém-chegados praticamente não existiram na zona colonizada pelos ingleses.

    Porém, a grande novidade introduzida pela Companhia e que lhe valeria o “slogan” de “a mais notável obra da colonização que o Brasil já viu” foi a repartição dos terrenos em lotes relativamente pequenos. Os ingleses promoveram, desta forma, uma verdadeira reforma agrária, sem intervenção do Estado, no Norte do Paraná, oferecendo aos trabalhadores sem posses a oportunidade de adquirirem os pequenos lotes, já que as modalidades de pagamento eram adequadas às condições de cada comprador.

    A Companhia explicitaria a sua política: “Favorecer e dar apoio aos pequenos fazendeiros, sem por isso deixar de levar em consideração aqueles que dispunham de maiores recursos”.

    Este sistema estimulou muito a concentração da produção – principalmente cafeeira, a explosão demográfica, a expansão de núcleos urbanos e o aparecimento de classes médias rurais.

    O projeto de colonização, além disto, trouxe outras inovações, como a propaganda em larga escala, transporte gratuito para os colonos, posse das terras em quatro anos, alguma assistência técnica e financeira, levantamento de toda a área e até o mapeamento do solo em algumas zonas.

    Londrina surgiu em 1929, como primeiro posto avançado deste projeto inglês. Na tarde do dia 21 de agosto de 1929, chegou a primeira expedição da Companhia de Terras Norte do Paraná ao local denominado Patrimônio Três Bocas, no qual o engenheiro Dr. Alexandre Razgulaeff fincou o primeiro marco nas terras onde surgiria Londrina. O nome da cidade foi uma homenagem prestada a Londres – “pequena Londres”, pelo Dr. João Domingues Sampaio, um dos primeiros diretores da Companhia de Terras Norte do Paraná. A criação do Município ocorreu cinco anos mais tarde, através do Decreto Estadual n.º 2.519, assinado pelo interventor Manoel Ribas, em 3 de dezembro de 1934. Sua instalação foi em 10 de dezembro do mesmo ano, data em que se comemora o aniversário da cidade. O primeiro prefeito nomeado foi Joaquim Vicente de Castro.

    Conheça alguns dos atrativos turísticos de Londrina:

    Lago Igapó
    Uma das mais belas áreas de que o visitante pode desfrutar. É um dos cartões postais da cidade.

    Bosque Marechal Cândido Rondon
    O Bosque Municipal Marechal Cândido Rondon fica na região central da cidade, entre as avenidas Rio de Janeiro e São Paulo, ao lado da Catedral Metropolitana. Com 20 mil metros quadrados de área é constituídos por duas quadras, onde estão preservadas espécies remanescentes da cobertura vegetal primitiva.

    Jardim Botânico
    O Jardim Botânico é um dos mais belos pontos turísticos e uma das maiores unidades de pesquisa e conservação de espécies nativas e exóticas do Paraná. Espécies silvestres raras, ameaçadas de extinção e importantes para restauração e reabilitação de ecossistemas podem ser encontradas lá. Conta com lagos, estufas, trilhas e pistas de caminhada.

    Área de Lazer Luigi Borghesi
    Conhecida como “Zerão”, em função de seu formato parecer um grande zero. O local possui uma pista de cooper de 1.050 metros, que circunda a área e é entrecortado por um pequeno riacho. Conta com um anfiteatro (com capacidade para 15.000 pessoas), postos telefônicos, bebedouros, chuveiros e um estacionamento com 220 vagas. No local são realizadas manifestações artísticas, culturais e esportivas da comunidade.

    Parque Arthur Thomas
    O Parque Arthur Thomas é um dos últimos remanescentes florestais de Mata Atlântica da região norte do Estado. É o local ideal para passeios, caminhadas e excursões às margens do lago ou pelos sinuosos caminhos mata adentro, onde é possível observar, além de um verde exuberante, macacos-prego, quatis, cotias, gambás, lagartos, aves da região e algumas migratórias.

    Salto do Apucaraninha
    É uma cachoeira de 116 metros de altura, que fica a cerca de 80 km do centro de Londrina, próximo à divisa com o Município de Tamarana. Está localizada dentro da reserva indígena Apucaraninha, pertencente aos índios Kaingang.

    Mata dos Godoy
    Reserva de mata nativa, o local foi transformado em parque estadual em 1989. O parque é aberto à visitação desde 1995 e abriga várias espécies de animais, bem como um variado e exuberante conjunto da flora da região.

    Museu Histórico
    O Museu Histórico de Londrina “Padre Carlos Weiss” está localizado no centro da cidade e registra importantes fatos do crescimento da região, principalmente em relação à cultura do café. Há um acervo permanente e outro itinerante que costumam passar pelas escolas da região.

    Planetário de Londrina
    O Planetário de Londrina é um projeto de extensão da Universidade Estadual de Londrina e possui fins acadêmicos, educativos e culturais. 

    Rota do Café
    Roteiro turístico que visa o resgate da cultura e história do Estado, através de uma imersão ao mundo dos cafés especiais. Os roteiros, elaborados com foco na experiência e conexão das pessoas com a vivência da produção do grão e até a xícara de degustação do produto final, envolvem atrativos de oito municípios do Norte e Norte Pioneiro do Paraná.

    Fonte: Prefeitura Municipal de Londrina.

  • CAIOBÁ

    CAIOBÁ

    Caiobá é um bairro e um balneário pertencente ao município de Matinhos, localizado no litoral do Paraná.

    Atrai anualmente milhares de turistas durante o verão; sua população durante a temporada de verão pode chegar a quase 1.500.000 de pessoas.

    O balneário conta com excelente infraestrutura, belos prédios de apartamentos, bares, lanchonetes, restaurantes e hotéis, além das mais belas praias do sul do país.

    Conheça alguns dos atrativos de Caiobá:

    Ilha:
    Na praia de Caiobá você encontrará a ilha das Tartarugas ou do Farol. É pequena e recoberta pôr rica flora. Conhecida também pelo Farol existente no local, que orienta os barcos que adentram na baía. Excelente local para pesca, porém o acesso está restringido devido a depredação sofrida.

    Praia Mansa ou Prainha
    Localizada de frente para a Ilha das Tartarugas ou ilha do Farol, local muito procurado por banhista que gostam de uma praia sem onda, e quase nenhuma arrebentação. Local muito procurado também por pescadores amadores, que praticam a pesca esportiva, a Praia Mansa de Caiobá possui um trapiche de pedras o que facilita a prática da pesca.

    Local também muito procurado por praticantes de esportes aquáticos como caiaque, jetskys, e Natação de Mar aberto.

    Praia Brava
    A praia mais badalada do litoral paraense, praia de beleza natural ímpar, ampla faixa de areia, muito procurada por todos que desfrutam das maravilhas de Caiobá.

    Local procurado por muitos para passar o fim de anos, pois costuma ter a maior queima de fogos do litoral paranaense, além de ser o ponto de saída dos trio elétricos no carnaval.

    Saiba mais sobre Balneário Caiobá no portal https://www.caioba.com

  • ALTO PARAÍSO

    ALTO PARAÍSO

    A região de Alto Paraíso foi descoberta e colonizada pela COBRINCO (Companhia Brasileira de Imigração e Colonização), hoje chamada de Santa Maria Agropecuária Industrial S/A, com Sede em Osasco – SP.

    Os primeiros habitantes da região foram os índios Xetas e Guaranis.

    Alto Paraíso (Vila Alta, antiga denominação) é um dos municípios situado às margens do Rio Paraná, foi visitado por europeus em meados do século XVI. Suas terras pertenciam à Espanha.

    Na década de 50 a família Vieira Costa já estava morando aqui, que era apenas um lugarejo. Ainda na década de 50, Vila Alta passou a ser conhecida por todos os lugares através dos corretores.

    Apesar de ser um lugarejo com muita mata e poucas pessoas, começaram a abrir ruas e estradas com a ajuda das pessoas que eram contratadas pela COBRINCO, o qual ficou como chefe o Sr. Pedro Vieira da Costa, responsável pela contratação dos homens para a realização do trabalho que foi feito manualmente. A partir daí se deu o loteamento de todo patrimônio.

    Alto Paraíso foi elevada à categoria de Distrito Administrativo em 02 de setembro de 1977, pela Lei Estadual 1916 com território pertencente ao Município de Umuarama.

    Nesta época a população da cidade já estava bem extensa com aproximadamente 10.000 habitantes, sendo estes a maioria sitiantes.

    Vila Alta foi por muitos anos distrito do Município de Umuarama. Em 09 de maio de 1990, houve sua emancipação, tornando-se município, mas permanecendo com o mesmo nome de Vila Alta.

    Com o decorrer dos anos os munícipes foram conscientizando-se dos equívocos que o nome Vila trazia para o município, que era constantemente confundido com um bairro ou distrito de outro município.

    Com o intuito de divulgar e enaltecer o município, sanando os problemas oriundos do nome, a comunidade solicitou ao Poder Executivo a mudança do nome. Foi efetuada uma grande divulgação toda a comunidade para que todos sugerissem um novo nome para o município. Dentre os nomes mais votados destacaram-se com maior número de sugestões: Alto Paraíso, Cidade Alta, Campos Verde. Sendo Alto Paraíso o nome vencedor.

    Foi realizado plebiscito para verificar o desejo de mudança, que foi aprovado pela maioria.

    Assim, em 18 de Fevereiro de 2004, através da Lei 14.349 da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, deu ao município de Vila Alta, nova denominação, sendo Alto Paraíso a palavra mais adequada para descrever o município.

  • ALTO PARANÁ

    ALTO PARANÁ


    Alto Paraná, abriga a sede da comarca, da qual fazem parte os municípios de São João do Caiuá e Santo Antonio do Caiuá.

    Possui 2 distritos, Maristela de Santa Maria, e está situado na região noroeste do Paraná, e suas terras fazem parte do polígono denominado Arenito Caiuá.

    Terra arenosa, eram férteis e cobertas por matas que abrigavam madeiras de lei.

    Estas terras foram cedidas pelo governo por um grupo de ingleses, que colonizaram a região norte do Paraná: O chamado Norte Novo.

    Sua sucessora, a Cia de Melhoramentos Norte do Paraná, implantou na região uma verdadeira reforma agrária que revolucionou socialmente todo o norte Paraná, dando suporte a uma civilização nova e florescente, cujos frutos fizeram do Paraná na época o segundo produtor nacional de grãos e o primeiro produtor de café.

    Alto Paraná situa-se neste contexto com Sumaré, antigo distrito de Alto Paraná, a última fronteira das terras da Cia de Melhoramentos, com as terras devolutas do estado, que têm Paranavaí, antiga Fazenda Brasileira, como início de outra colonização se estendendo até as barrancas do Rio Paraná, Ivaí e Piquirí com o surgimento de Loanda, Santa Izabel, Terra Rica, Rondon, Porto Rico, Guairaça, Nova Londrina, Paraíso do Norte, Tamboara e dezenas de outras pequenas cidades.

  • ALMIRANTE TAMANDARÉ

    ALMIRANTE TAMANDARÉ

    Foto: Prefeitura de Almirante Tamandaré

    É um município do estado do Paraná situado na região metropolitana de Curitiba.

    Seu nome é uma homenagem ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Visconde e Marquês de Tamandaré.

    A cidade localizada na região dos minérios vem sendo beneficiada pelo processo de industrialização, geração de empregos, renda e inclusão social – realidade no município hoje.

    Apesar das restrições ambientais em função do Aqüífero Karst, que está na área de abrangência do município, Tamandaré possui um parque industrial consolidado e em contínua expansão, composto de mais de uma centena de pequenas, médias e grandes indústrias, dentre elas indústrias de cal e calcário, que marcaram o desenvolvimento social e urbanístico da cidade.

    Além das belezas naturais que podem ser apreciadas no circuito da natureza, a cidade conta ainda com uma infra-estrutura que vem crescendo muito nos últimos anos.

    Conheça alguns dos atrativos turísticos de Almirante Tamandaré:

    Turismo Religioso
    Tanto na área urbana quanto rural, o turista poderá encontrar belas igrejas espalhadas por Almirante Tamandaré. Recantos de muita fé e espiritualidade.

    Turismo Rural
    As propriedades rurais destacam-se pela beleza das estruturas e cordialidade do povo tamandareense. Mediante agendamento é possível visitar os locais e desfrutar do contato com a natureza.

    Parque Ambiental Aníbal Khury
    Cachoeira, trilhas, casa da bruxa com contação de histórias e deck para apreciar a vista: essas são algumas das atrações que o turista vai encontrar ao visitar o parque. São 220 hectares onde o visitante passará momentos agradáveis em meio à natureza.

    Evíssima
    Além do saboroso almoço, o restaurante oferece a opção do café colonial aos fins de semana, agradando a todos os paladares.

    Cabanha do Inquieto
    Aos apaixonados por cavalos, o local oferece passeios diurnos e noturnos, mediante agendamento. Uma bela forma de apreciar a paisagem.

    Pesque Pague do Fanho
    Você gosta de pescaria? O local funciona no sábado e domingo durante o inverno, e todos os dias durante o verão, incluindo a venda de bebidas e porções. Chame a família e amigos para desfrutarem de momentos agradáveis com o molinete.

    Fonte: Prefeitura de Almirante Tamandaré.

  • ALEXANDRA

    ALEXANDRA

    Os  italianos começaram a chegar no Paraná  em 1875. Os pioneiros  foram 50  famílias  que  vieram da região do Vêneto e que se instalaram na colônia Alexandra, distante a cerca de 15 quilômetros de Paranaguá. A sua estação ferroviária foi inaugurada em 1883. É hoje a única que conserva seu aspecto original. Alessandra que virou em Alexandra foi homenagem que o fundador e proprietário da colônia quis prestar à sua irmã. Desde 1870 houve muitos acontecimentos  de  caráter político, e a colônia Alexandra cumpriu seu papel de precursora da colonização italiana no Paraná. Desde o princípio se chamou “a  estação da colônia Alexandra”.  Distrito que pertence atualmente ao município de Paranaguá.




    HISTÓRIA:
    A linha unindo Curitiba a Paranaguá, a mais antiga do Estado, foi aberta pela E. F. Paraná de Paranaguá a Morretes em 1883, chegando a Curitiba em fevereiro de 1885. Durante seus 120 anos de existência ela pouco mudou, apenas dentro de Curitiba e na mudança de um ou outro túnel na serra. É considerada um dos marcos da engenharia ferroviária nacional, projetada por André Rebouças e construída por Teixeira Soares, depois de empresas estrangeiras recusarem a obra devido à dificuldade do trecho da serra, entre Morretes e Roça Nova. É também uma das poucas linhas que continua ter trens de passageiros, embora de forma turística apenas, desde os anos 1990, hoje explorado por uma concessionária privada, a Serra Verde Express. Em 1942, a E. F. Paraná foi englobada pela R. V. Paraná-Santa Catarina, e esta, em 1975, transformada em uma divisão da RFFSA. Em 1996, o trecho passou a ser operado pela ALL (América Latina Logística), que obteve a concessão da antiga RVPSC.

    A estação de Alexandra foi inaugurada em 1883. É hoje a única estação que conserva seu aspecto original em toda a linha, não tendo sido reformada entre os anos 30 e 50 do século XX. Está fechada. Contudo a colônia Alexandra cumpriu seu papel de precursora da colonização italiana no Paraná e serviu de exemplo e origem à segunda e mais bem sucedida tentativa, realizada na colônia Nova Itália, em terras dos municípios de Morretes, Porto de Cima (nesse tempo independente) e Antonina. Desde os primeiros projetos de Pedro Aloys Scherer, Alexandra aparecia como estação intermediária obrigatória para uma estrada de ferro. Lamenha Lins ressaltara esse ponto em seu primeiro relatório presidencial em 1875. Situada a pouco mais de 15 quilômetros de Paranaguá, tinha condições de parada técnica para trens e ao mesmo tempo proporcionava aos colonos um meio rápido de comunicação com os centros consumidores. Desde o princípio se chamou “a estação da colônia Alexandra”. O edifício, conservado quase intacto até os dias de hoje, relembra a figura de Savino Tripoti. Compreende uma área construída de 145 metros quadrados, com dois pavimentos, no km 16 + 180 metros e cota 11,66 m, para quem vem de Paranaguá ao lado direito da linha. No pavimento superior, como era adotado nos locais carentes de acomodação, de pessoal fora da estação, ficava a residência do agente.

    Alexandra foi berço italiano no litoral
    Graças ao colonizador Savino Tripoti foi constituído o primeiro reduto italiano no Litoral do Paraná. A colônia Alessandra, que após ser sequestrada pelo governo imperial passou a ser denominada Alexandra, foi fundada em 1871.

    Tripoti comprou o território situado nas proximidades de Paranaguá com recursos próprios, para a implantação da colônia.

    No início chegaram 200 colonos. O italiano teve dificuldade em manter os imigrantes especialmente porque parte fugia para não ter que pagar a dívida de transporte, alimentação e outros benefícios recebidos. Segundo a pesquisadora e autora do livro Colônia Alessandra, Jussara Cavanha, em abril de 1877 um decreto do governo imperial rescindiu o contrato com Tripoti. “Após a rescisão, o governo sequestrou a colônia e transferiu parte dos imigrantes para a Colônia Nossa Senhora do Porto, em Morretes, que deu origem à Colônia Nova Itália”. Os remanescentes não tinham condições de beneficiar a produção de cana porque o governo não procedia a manutenção das máquinas construídas por Tripoti. “Importante salientar que não só a Alessandra, mas outras colônias particulares também tiveram rescindidos seus contratos com Império. Carente de recursos para o pagamento da subvenção devida aos empresários pela importação de imigrantes, o estado optou por rescindir os contratos”, diz a escritora.

    Em 1877, último ano da colônia Alessandra, alguns imigrantes italianos e austríacos desembarcaram no Paraná com um panfleto distribuído na Europa pelo agente de imigração Joaquim Caetano Pinto Junior. No panfleto, lia-se: o Brasil forneceria terras e utensílios de graça para os colonos. (Fonte: Gazeta do Povo)